segunda-feira, 30 de junho de 2014

As inseguranças nossas do dia a dia


Por Joyce Araújo
"Se você tem medo do amor, tem coragem do que?”
Vi essa frase no facebook recentemente e desde então, não paro de pensar a respeito.
Sabe quando você conhece aquela pessoa legal, ou quem sabe aquela amizade antiga está se tornando algo a mais e logo você começa a se perguntar, “Será que eu estou imaginando coisas?”  E ai inicia-se a busca incessante pelos “sinais”, é, esses mesmos, aqueles que todos falam e você não enxerga de jeito nenhum, aqueles que provavelmente estão ali, mas você por medo ou qualquer outra razão sem sentido, prefere não ver.
A verdade é que falta praticidade. Por que nessa vida os seres humanos tendem a ser tão complicados e enigmáticos? Por que dizer uma coisa se você quer dizer outra? As pessoas costumam falar que isso é uma característica essencialmente feminina, porém cá estou eu discordando, tenho visto muito homem fazendo aqueles joguinhos bobos sabe?
O ideal seria se disséssemos apenas aquilo que queremos dizer, nada de trocar o x pelo z. Confesso que amo pessoas bem resolvidas, até porque isso não é uma característica minha e o relacionamento com esses lindos torna a vida mais fácil e quem sabe um pouco menos insegura.
A verdade é que nós somos e estamos tão cheios de inseguranças que na aflição de não saber o que vem a seguir, acabamos com todas as chances do agora, e isso consequentemente acaba com as chances de um possível futuro e nos deixa somente com a imaginação do que poderia ter sido e não foi.
Observação: Esse texto faz parte da parceria do Clipe Sem Nexo com o blog  Cult me, please. Toda última segunda-feira do mês fazemos um "intercâmbio de textos". Não perca as próximas e veja aqui as antigas. 

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